Turismo de saúde
O turismo de saúde é uma das atividades mais antigas conhecidas na história da humanidade. Remonta a milênios e culturas históricas como a indiana, a grega e a romana. Envolvia desde os tratamentos medicinais ligados a água (doce e do mar) como os banhos romanos e turcos que ficaram famosos, o clima de algumas regiões e cidades e até mesmo o espiritualismo ou curas espirituais. Atualmente está focado principalmente na atividade médica e hospitalar, não deixando de envolver também o cuidado com o corpo e a mente, que nem sempre está atrelado ao ambiente hospitalar ou depende necessariamente de algum médico. Para o escritor Adalto Felix de Godoi, trata-se dos deslocamentos regionais e internacionais de pacientes em busca de tratamento médico, hospitalar ou espiritualistas que objetivam a melhora da saúde ou busca do seu bem-estar. Trata-se de uma atividade tão antiga quanto a história humana, mas que apenas nos últimos anos tem atraido a atenção de governos e empresários em todo o mundo. Para José V. de Andrade trata-se do “...conjunto de atividades turísticas que as pessoas exercem na procura de meios de manutenção de seu físico e de seu psiquismo”. São várias as definições encontradas, sendo que a mais conhecida internacionalmente é "Turismo Médico", ou "Medical Tourism". Outras nomes encontrados são "Viagens Médicas", "Viagens de Saúde", "Viagens para tratamento de saúde" e a expressão mais conhecida e aceita no Brasil, "Turismo de Saúde". Os principais países que atuam nesse segmento são a Tailândia, Cingapura, India, Costa Rica, África do Sul, México, Estados unidos e o Brasil. Os Estados Unidos não são apenas os principais emissores internacionais, como também abocanham uma parcela considerável do mercado internacional. As principais especialidades procuradas são cirurgias plásticas, ortopédicas, ortodônticas, gástricas (bariátricas) e cardiológicas. Segundo Adalto Godoi, trata-se de um segmento que movimentará cerca de US$ 100 bilhões nos próximos anos. Apenas os pacientes oriundos dos Estados Unidos gastaram em 2006 US$16 bilhoões nos países que atuam com essa atividade. Uma cirurgia By-Pass Cardíaca que custa US$130 mil nos Estados, pode custar US$35 mil na Costa Rica, US$ 40 mil no México e apenas US$ 15 mil na Índia. Um implante no joelho que custa em média US$ 40 mil nos Estados Unidos pode custar US$12 mil no Panamá, US$6,500 mil no México e US$6 mil na Costa Rica. Dentre os principais motivos que levam uma pessoa a procurar o tratamento médico em outro país, está os valores cobrados nos países emissores, como os Estados Unidos ou a longa fila de espera para cirurgias e tratamentos em países onde o sistema de saúde é universalidado como na Europa. Outros motivos estão ligados a regulação como as restrições a tratamentos impostas por organismos governamentais como a FDA (Food and Drug Administration) e novos tratamentos que surgem ou são possíveis em outros países, os países receptores. Obviamente há fatores que são levados em conta na escolha do paciente pelo tratamento e pelo país, como a distância entre os países, se a instituição possui algum sistema de Acreditação Internacional (Auditoria de Qualidade), um sistema judicial confiável e questões legais como o suporte jurídico em caso de erros e falhas médicas. Tendo em vista que o paciente estará sujeito às leis e normas de outro país. Outra preocupação tem sido os problemas que podem ocorrer após o procedimento cirúrgico e que pode levar ao óbito do paciente. Embora várias associações de médicos tenha se colocado contra a atividade, principalmente nos países que perdem seus pacientes, estas estão mais preocupados com a fuga desses pacientes do que necessariamente com o seu bem-estar. O turismo de Saúde pode ocorrer também nos grandes centros urbanos que sejam referências nacionais para o tratamento de uma ou várias especialidades, como a cidade de São Paulo. Um dos mais conhecidos autores sobre o tema no Brasil é o escritor Adalto Felix de Godoi, autor do livro Turismo de Saúde - uma visão da hospitalidade médica mundial, abordando também a temática no livro Hotelaria Hospitalar e Humanização no atendimento em hospitais, além de vários artigos sobre o tema.
Medical Branding,Brand management (do inglês, em português também Gestão de Marcas). 'BRAND' é uma coleção de imagens e ideias que representam um produtor econômico; para ser mais específico, refere-se aos atributos descritivos verbais e símbolos concretos, como o nome, logo, slogan e identidade visual que representam a essência de uma empresa, produto ou serviço ou profissional ,no caso o Médico.Branding pode ser definido como o ato de administrar a imagem/marca (BRAND)Aqui,o foco é a Medicina.
11 de jan. de 2011
9 de jan. de 2011
Está tendo dificuldades para reajustar seus valores no consultório ?
COACHING RÁPIDO :
VOCÊ PRECISAR SABER USAR O POSICIONAMENTO
Posicionamento aumenta o valor de seus serviçosJauru de Freitas,MDhttps://www.facebook.com/jaurufreitas/
Muitos profissionais de qualidade poderiam cobrar melhor pelos serviços que oferecem. Mudar o posicionamento pode vencer a barreira do preço em sua carreira e empresa.
Imagine dois músicos profissionais. Um deles toca um violino de R$ 6 milhões de reais e lota completamente os teatros onde se apresenta, com ingressos a R$ 200.00. O outro músico toca em estações de metrô para todos que passam em troca de moedas.
Qual a diferença entre os dois profissionais?
Por um lado, nenhuma. Ambos estudaram e praticaram por anos e anos. Amam a música e conseguem executar uma linda performance que impressiona a quem assiste. Mesmo assim, como podem os dois terem resultados tão diferentes, quanto ao retorno financeiro e reconhecimento de seu trabalho?
Recentemente, o jornal norte americano Washington Post realizou uma experiência muito interessante. O jornal pediu que o mundialmente renomado violonista Joshua Bell tocasse em uma estação de metrô da cidade, durante a hora do rush. Ele levou seu violino Stradivarius avaliado em R$ 6,5 milhões e tocou por 45 minutos para as pessoas que passavam.
Três noites antes Joshua Bell tocou em um concerto, com lotação esgotada e ingressos vendidos a centenas de dólares. Ele é hoje um dos mais reconhecidos violonistas do mundo.
O mesmo músico, mas em um ambiente totalmente diferente.
Durante os 45 minutos em que tocou, 1097 pessoas passaram em sua frente. Destas, 27 deixaram alguma contribuição em dinheiro em sua caixa do violino, resultando em um total de US$ 32 recebidos.
Como pode o mesmo músico, que enche auditórios onde toca, receber ter um retorno tão abaixo da média, mesmo executando exatamente a mesma música, com a mesma técnica, na mesma ordem?
O poder do posicionamento
Mesmo com um produto de qualidade ou um serviço exemplar, muitos profissionais têm grande dificuldade de aumentar o valor cobrado por seus serviços ou aumentar o valor de venda de seus produtos.
É aquele dentista extremamente habilidoso, consultor experiente, designer talentoso ou empresário dedicado que encontram enormes dificuldades em aumentar seu retorno financeiro sem ter que trabalhar ainda mais horas.
Existe um conceito extremamente poderoso, que pode ser a chave entre um webdesigner que cobra R$ 1.000 ou R$ 15.000 por projeto. Um blogueiro que vive de Adsense como sua única fonte de receita e um que fecha contratos de patrocínio de R$ 50.000/ano.
A diferença chama-se posicionamento
Posicionamento é como você é visto e entendido dentro da cabeça de seus clientes ou público-alvo. Repare na enfâse dada ao “como você é visto”.
As pessoas possuem crenças e maneiras de ver o mundo. A maneira como uma pessoa vê o mundo e as coisas ao seu redor, determina como ela vai interagir com as coisas e pessoas ao seu redor.
Se eu acredito que determinada rua é perigosa, eu vou fazer o possível para evitar passar por ela. Se eu acredito que tomar leite e comer manga faz mal, vou evitar essa combinação.
Em posicionamento, a verdade é relativa
E o mais fantástico disso é que pouco importa a “verdade”. Isso muda de pessoa para pessoa. Quer ver?
Pouco importa se a rua é mesmo perigosa ou se leite com manga faz realmente mal. Se eu (e as pessoas que convivo) acreditam nisso, para mim é verdade. O que penso em minha cabeça é realidade para mim. Essa é minha realidade. E ela determina como vou agir ou não nas minhas decisões e opiniões pessoais.
Quando se trabalha o posicionamento, a ideia é fazer com que você tire proveito das crenças e conceitos que as pessoas já possuem em suas mentes. Você pode tentar mudar este conceito, mas isso pode custar milhões e levar muitos “não” ainda assim.
No exemplo do músico Joshua Bell, citado no começo deste artigo, a principal diferença entre o retorno obtido entre as duas performances é justamente como ele estava posicionado dentro da mente das pessoas. Sim, existem outros fatores, como a qualidade/interesse e atenção disponível entre os dois públicos, pontos válidos e que merecem análise em outra ocasião.
Mas existe uma diferença profunda entre um artista que se apresenta em um teatro clássico e um que se apresente em um estação de metrô. E a diferença não está no conhecimento ou capacidade técnica de tocar o instrumento em si.
A diferença está na maneira como as pessoas “percebem e julgam” estes dois cenários.
Muitas pessoas decidem não dar esmolas a uma morador de rua embriagado, pois ele “vai gastar comprando mais bebida”. Não importa se não é o caso, mas ele usa as roupas, tem o linguajar, a abordagem e o meio ambiente daqueles que normalmente compram bebidas com o dinheiro que recebem. Logo, nove em cada dez pessoas “acreditam” que o dinheiro vai ser desperdiçado e optam por não dar a esmola.
Você vê como o que as pessoas acreditam em suas mentes determina suas ações?
Quando você vai em hotel ou restaurante luxuoso, já espera que as bebidas e refeições tenham um preço bem acima da média. Como as pessoas esperam que o preço seja alto, os restaurantes se posicionam de maneira a tirar proveito desta crença. Assim, ninguém reclama quando vem a conta. “Aqui os preços são assim mesmo”.
As pessoas já esperam um preço alto e uma performance exemplar de um músico que é apresentado como “mundialmente famoso” e vai tocar em um teatro de alta classe.
Da mesma forma, muitas podem pensar que se um músico se contenta em tocar em um lugar perturbado como uma estação de trem, ele também não pode reclamar em ganhar somente alguns trocados. É algo já fixado na mente das pessoas.
Como anda seu posicionamento?
Da mesma forma, você pode estar se posicionando de maneira equivocada e perdendo ótimas oportunidades de aumentar o valor cobrado por seus produtos e serviços.
Vários fatores influenciam em seu posicionamento. O nome de sua empresa, logotipo, cartão de visitas, layout de seu website, telefones e e-mail de contato, seu script de atendimento, a apresentação de seu orçamento e muitos outros itens são importantes e dizem aos seus clientes em “qual categoria” sua empresa se encaixa, dentro da mente dele.
Se você age, fala e se comporta como profissional “amador” ou empresa de fundo de quintal, você está dizendo como quer se tratado por seu público-alvo. Não importa se o seu produto é infinitamente melhor ou seu serviço nem se compara com sua competição. Não neste primeiro momento.
O que importa aqui é como você determina as “expectativas” que as pessoas podem ter ao trabalhar com você. E se elas sentem que não podem esperar muito, também não vão estar dispostas a pagar muito.
Se você é uma pequena empresa ou um “exército de um homem só”, aqui vai um dica: você não precisa ser uma empresa grande para agir como uma grande empresa. Se o seu produto ou serviço é tão bom quanto você diz, você precisa cuidar das etapas anteriores que levam o cliente de onde ele está “até” a hora de consumir seu produto ou serviço.
Pecar nessa hora é se posicionar como alguém que não tem muito a oferecer. Fatalmente você perde a venda ou vende por uma margem muito menor do que poderia.
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cordialmente,
Jauru de Freitas
4 de jan. de 2011
BOM HUMOR E O SUCESSO
O Bom Humor é uma conquista da prática diária
:: Conceição Trucom ::
Se você misturar duzentos gramas de farinha de primeira num saco de farinha vencida, a farinha de primeira desaparecerá, e todos dirão que sua farinha é amarga e insuportável.
Se você colocar um litro de gasolina azul num tambor cheio de água, e usar essa mistura para encher o tanque do seu carro, verá o motor bufar feito doido e não funcionar.
É neste sentido que digo: O maior engole e anula o menor.
Existem pessoas que se queixam o tempo todo que não vão bem nos negócios, não têm dinheiro, não têm sorte, não conseguem sentir serenidade.
Desde o amanhecer exclamam que está difícil, se aborrecendo com pequenas coisas, e com dificuldades (preguiça) de agir positivamente.
Ligam a TV, lêem o jornal, ouvem rádio, conversam com os amigos, e o lema é sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro, situação difícil, lojas vazias, comparações inglórias... Se vão fazer alguma coisa ficam sempre com um pé atrás. Se desejam comprar ou conquistar algo, desistem para quando a situação estiver melhor.
Passam o tempo todo navegando nas águas da inação pelo medo, pessimismo e do derrotismo.
Mas essas pessoas dizem que mentalizam todos os dias riqueza e sucesso. Chegam até imaginar que são positivas, que desejam muito o sucesso e a prosperidade. Já fizeram rituais de abundância, acenderam velas e fizeram orações.
Hoje se sentem iludidas dessa estória de pensamento positivo, porque ao final não funcionou. Nada deu certo.
Calma. Vamos raciocinar.
REFLITA:
Quantos minutos por dia você pensa positivamente? Seriam 30 minutos? Quando muito uma hora?
Conclusão: Você fica no pessimismo do inconsciente coletivo por 22-23 horas por dia? O que pesa mais?
Duzentos gramas de ótima farinha conseguem transformar um saco de farinha amarga?
SUGESTÃO - MUDE O CONTEXTO DE SUA VIDA
Comece por este pensamento que acho profundamente engraçado:
"Não leve a vida tão a sério - Você nunca vai sair vivo dela"
Pratique atividades de mudança de contexto. A Terapia do Riso é uma excelente dinâmica para esta conquista. Nós possuímos dois tipos de capacidade mental: A primeira é a Lógica, Racional, Cognitiva, Objetiva, Metódica e opera na velocidade da linguagem. Esta mente chamo de "M", e digo que funciona do pescoço para cima.
A segunda é a Intuitiva, Instintiva, contém a Inteligência Emocional, é não verbal - rápida e pode lidar com padrões analógicos, Original, Sensível e Criativa. Esta mente chamo de "I", e digo que funciona do pescoço para baixo.
Necessitamos usar estas duas capacidades de pensamento em todas as áreas e momentos de nossas vidas.
O que acontece é que estamos saturando o uso da atividade "M", e desconsiderando - porque desconectamos - as nossas capacidades da atividade "I".
A Terapia do Riso desenvolve e reativa a nossa capacidade de sermos mais criativos, flexíveis, intuitivos, positivos, livres (internamente), e assim sermos capazes de mudarmos nosso referencial conforme nossa vontade.
Tudo o que precisamos fazer é permitir a nós mesmos deslocar nossa atenção para diferentes aspectos de nossa experiência.
A Terapia do Riso nos possibilita a prática da mudança dos prismas em nossa vida. REPARE na diferença de atitude ao colocar sua estória para você mesmo, ou para um amigo, falando sobre o mesmo assunto, mas mudando de referencial em sua mente.
Contexto 1 - A vida é uma luta. A mudança será dolorosa. Acho tudo isso muito difícil. Porque comigo?
Contexto 2 - A vida é uma jornada. Uma grande oportunidade de aprendizado. Este desafio está me fazendo pensar, crescer e desapegar de coisas que realmente não me servem mais. Estou admirado comigo.
Pois é. A vida é uma grande brincadeira, e para rir verdadeiramente, você precisa ser capaz de pegar a sua dor e brincar com ela. Essa é a chamada equação Charles Chaplin.
Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas
voltados para o bem-estar e qualidade de vida.
Visite seu Site no STUM
Email: mctrucom@docelimao.com.br
:: Conceição Trucom ::
Se você misturar duzentos gramas de farinha de primeira num saco de farinha vencida, a farinha de primeira desaparecerá, e todos dirão que sua farinha é amarga e insuportável.
Se você colocar um litro de gasolina azul num tambor cheio de água, e usar essa mistura para encher o tanque do seu carro, verá o motor bufar feito doido e não funcionar.
É neste sentido que digo: O maior engole e anula o menor.
Existem pessoas que se queixam o tempo todo que não vão bem nos negócios, não têm dinheiro, não têm sorte, não conseguem sentir serenidade.
Desde o amanhecer exclamam que está difícil, se aborrecendo com pequenas coisas, e com dificuldades (preguiça) de agir positivamente.
Ligam a TV, lêem o jornal, ouvem rádio, conversam com os amigos, e o lema é sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro, situação difícil, lojas vazias, comparações inglórias... Se vão fazer alguma coisa ficam sempre com um pé atrás. Se desejam comprar ou conquistar algo, desistem para quando a situação estiver melhor.
Passam o tempo todo navegando nas águas da inação pelo medo, pessimismo e do derrotismo.
Mas essas pessoas dizem que mentalizam todos os dias riqueza e sucesso. Chegam até imaginar que são positivas, que desejam muito o sucesso e a prosperidade. Já fizeram rituais de abundância, acenderam velas e fizeram orações.
Hoje se sentem iludidas dessa estória de pensamento positivo, porque ao final não funcionou. Nada deu certo.
Calma. Vamos raciocinar.
REFLITA:
Quantos minutos por dia você pensa positivamente? Seriam 30 minutos? Quando muito uma hora?
Conclusão: Você fica no pessimismo do inconsciente coletivo por 22-23 horas por dia? O que pesa mais?
Duzentos gramas de ótima farinha conseguem transformar um saco de farinha amarga?
SUGESTÃO - MUDE O CONTEXTO DE SUA VIDA
Comece por este pensamento que acho profundamente engraçado:
"Não leve a vida tão a sério - Você nunca vai sair vivo dela"
Pratique atividades de mudança de contexto. A Terapia do Riso é uma excelente dinâmica para esta conquista. Nós possuímos dois tipos de capacidade mental: A primeira é a Lógica, Racional, Cognitiva, Objetiva, Metódica e opera na velocidade da linguagem. Esta mente chamo de "M", e digo que funciona do pescoço para cima.
A segunda é a Intuitiva, Instintiva, contém a Inteligência Emocional, é não verbal - rápida e pode lidar com padrões analógicos, Original, Sensível e Criativa. Esta mente chamo de "I", e digo que funciona do pescoço para baixo.
Necessitamos usar estas duas capacidades de pensamento em todas as áreas e momentos de nossas vidas.
O que acontece é que estamos saturando o uso da atividade "M", e desconsiderando - porque desconectamos - as nossas capacidades da atividade "I".
A Terapia do Riso desenvolve e reativa a nossa capacidade de sermos mais criativos, flexíveis, intuitivos, positivos, livres (internamente), e assim sermos capazes de mudarmos nosso referencial conforme nossa vontade.
Tudo o que precisamos fazer é permitir a nós mesmos deslocar nossa atenção para diferentes aspectos de nossa experiência.
A Terapia do Riso nos possibilita a prática da mudança dos prismas em nossa vida. REPARE na diferença de atitude ao colocar sua estória para você mesmo, ou para um amigo, falando sobre o mesmo assunto, mas mudando de referencial em sua mente.
Contexto 1 - A vida é uma luta. A mudança será dolorosa. Acho tudo isso muito difícil. Porque comigo?
Contexto 2 - A vida é uma jornada. Uma grande oportunidade de aprendizado. Este desafio está me fazendo pensar, crescer e desapegar de coisas que realmente não me servem mais. Estou admirado comigo.
Pois é. A vida é uma grande brincadeira, e para rir verdadeiramente, você precisa ser capaz de pegar a sua dor e brincar com ela. Essa é a chamada equação Charles Chaplin.
Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas
voltados para o bem-estar e qualidade de vida.
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